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Você já sentiu o que você realmente gosta?


Você já sentiu o que você realmente gosta?

Ao longo da nossa jornada, é comum a gente se inspirar em pessoas que têm grande importância para nós. Recebemos apoio, sugestões, orientações e seguimos gratos tentando chegar a, pelo menos, metade do jeito como essa pessoa é e concebe a vida. 


Mas você já parou pra sentir o que você realmente gosta? 


Isso não significa deixar de se inspirar ou admirar as pessoas, pois faz parte da maneira como o humano se relaciona também. 


Mas digo se olhar no espelho, olhar bem no fundo dos olhos e... Ver-se além de conceitos, crenças e ideias que adquirimos dos outros. 


Essa é uma tarefa desafiante, afinal nossa identidade é construída através desses “retalhos” que vamos adquirindo para construir nosso “tecido”. 


Mas é possível se desnudar disso e sentir o que gostamos, o que queremos, o que somos. 


Sentir nossa essência e o que viemos fazer aqui. 


Talvez o que viemos fazer aqui não seja o que o outro veio fazer, apesar de ser tão admirada a sua jornada. 


Olhar-se no espelho é uma experiência muito profunda e de desprendimento. 


Nem seria mesmo olhar para um espelho físico, que pode estar carregado de críticas e análises. Mas o espelho da alma, fechando os olhos e respirando fundo para dentro de si mesm@. 


Sentir-se e perceber-se é uma das experiências mais libertadoras que podemos nos proporcionar. Porque nos torna mais conscientes para escolher os inúmeros potenciais que o mundo nos oferece. Ou também não escolher algumas ofertas que estão sendo enviadas a nós.  


Quando nos vemos no espelho e sentimos o que realmente gostamos e queremos, não ficamos vulneráveis a comparações, não nos sentimos melhor ou pior do que os outros. Percebemos que podemos ser como bem entendermos, mudando, nos flexibilizando.  


Fazer isso nos dá um prazer tão genuíno, que não é capaz de machucar as pessoas. Quando estamos bem conosco mesm@s, não decepcionamos ninguém. Por isso, não precisamos nos preocupar se escolhermos não seguir mais a rota dos nossos amados inspiradores. 


Está tudo certo. Somos o que somos. E eles são o que são. 


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