Autoimagem - uma experiência dinâmica e variável


A autoimagem está relacionada ao autoconhecimento.

Quando eu exponho minha imagem para amigos, familiares e de forma pública, no meu site ou nas redes sociais, sempre me vem a ideia: como eu me vejo pode não ser a mesma forma como as pessoas me veem.


Esse saber que eu comecei a ter sobre mim mesma é libertador. Porque eu posso me achar desajeitada em um dia em que queira fazer um vídeo de feliz aniversário a um amigo, por exemplo. Eu me permito fazer, indo além do julgamento sobre a minha aparência no momento. Provavelmente eu expresso a minha beleza de dentro, que se reflete nas minhas palavras, no meu olhar para aquela pessoa querida, então meu cabelo assanhado, minha cara de cansada passam despercebidos.


Não significa que eu não use ferramentas para me sentir bonita, como uma maquiagem, um cuidado com a minha pele da forma que eu acredito que tenha a ver comigo. Mas já sei que o mais importante é ter consciência de que a construção da minha autoimagem é dinâmica, variável e integra os níveis físico, emocional, energético e mental de mim mesma.


O fato de saber quem eu sou, do que é importante para mim, de ter consciência sobre o que tem a ver comigo atualmente (e que, em algum momento, possa ser que não tenha a ver mais), é o que me faz expressar minha autoestima de uma maneira integrada.


Ao liberar o vínculo com o padrão, recuperamos a essência da beleza - que é ampla, individual, adequada a todas as formas, medidas, idades e etnias e profundamente coesa à autoestima e à saúde.

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Referência:

DE ALBUQUERQUE, Amanda Ferreira; GUIMARÃES, Maria Célia Martins. Ditatura da beleza: Conflitos do Próprio Eu. e-RAC, v. 9, n. 1, 2020.


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