Beleza e Vaidade na Estética Integrativa


Hoje eu vim aqui tratar de assunto que eu venho abordando como atuante da Estética Integrativa: o padrão de estética, a beleza, a vaidade. Como se definem? São definições que perpassam o ramo da Filosofia, da Psicologia e a área da saúde tem abordado também essa questão. 

Eu procuro orientar as pessoas a respeito dessas definições. A vaidade está intimamente relacionada à definição de beleza. E esta tem muito a ver com os conceitos culturais de onde as pessoas vivem. Por exemplo, se a pessoa vive em um país como o Brasil, com uma cultura latina, que valoriza o corpo, que valoriza a estrutura jovem como sinônimo de beleza, o padrão de beleza vigente é se sentir mais jovem, com a aparência da pele menos enrugada possível, com menos marcas... A estética que segue um padrão de beleza visa também remover uma aparência cansada, com procedimentos minimamente invasivos, com o objetivo de promover um aspecto “descansado”, mas alerta. Mas como manter essa aparência descansada se as pessoas mantêm um ritmo acelerado do dia a dia, sem parar um pouco pra descansar? 

Ninguém é obrigado a aceitar como está a aparência, mas negando a aparência atual não é uma saída para realmente solucionar todos os problemas. E não é sobre fazer um procedimento que vai promover uma melhora em todos os sentidos. Um procedimento estético pode promover um gatilho para a autoestima, para melhorar o bem-estar, mas é realmente o autoconhecimento, se reconhecendo como está no momento, que desencadeia um processo de autoestima, de autoaceitação. 

O autoconhecimento amplia as definições de estética, de vaidade, de beleza, dos padrões de beleza... O autojulgamento está intimamente relacionado ao autoconhecimento. Muitas vezes as pessoas que se definem como “não vaidosas”, “não bonitas”, que “precisam se melhorar” tem a ver com as mensagens transmitidas externamente que elas captam em relação aos conceitos de beleza, sobre o que é bonito, o que é vaidade. 

A vaidade hoje em dia está relacionada aos padrões de beleza. As pessoas que são consideradas vaidosas são aquelas que querem fazer os procedimentos estéticos vigentes. Elas querem melhorar o contorno facial, melhorar sua estrutura, definindo as características masculinas e femininas, se tornando mais femininas, quando são mulheres, tornando o rosto mais masculino, quando são homens. Em contrapartida existe uma tendência da humanidade de integração do masculino e do feminino, não tendo esta definição tão exata de como é o papel do homem, como é a aparência do homem, de como é a aparência da mulher e o seu papel. São definições que se misturam cada vez mais, de acordo com as necessidades do mundo hoje em dia, de acordo também com a evolução da própria humanidade. 

Não existe nada certo e nada errado. Não há uma corrente melhor do que a outra. É simplesmente sobre o que cada pessoa valoriza, o que cada um quer em relação a si mesmo. 

Eu venho preconizar uma Estética Integrativa, apresentando-a às pessoas que sentem um conflito interno entre querer se sentir bem, se sentir bonitas, mas não querem se submeter a determinados procedimentos que possam modificar demais a estrutura delas, que as levem a seguir um padrão que não acreditam ou não querem seguir. 

A Estética Integrativa é sobre autoconhecimento, sobre se ver de uma maneira integral. As pessoas estão cada vez mais buscando seu bem-estar, querendo expressar uma vitalidade, que também expressa a beleza dentro de si mesmas. 

A beleza é a expressão do que nós somos e a expressão do que acreditamos. A beleza é a expressão de como nos conhecemos. Por isso, cabe a cada um de nós buscar o autoconhecimento para que seja expresso o equilíbrio. 

Estou disponível para trocar mais deias, esclarecer dúvidas e contribuir para a Estética Integrativa, inspirando o autoconhecimento e a ampliação dos conceitos de beleza, de vaidade.


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