Cosmetologia Slow Beauty

O movimento contrário ao estilo de vida apressado por meio do “slow” começou na indústria alimentícia, por volta de 1986, com o movimento Slow Food, que surgiu na Itália visando quebrar a crescente demanda por mais alimentos sendo feitos de forma mais rápida e massiva, os famosos “fast foods”. Notava-se que, enquanto a velocidade aumentava, a qualidade das refeições – e do próprio ato de comer – decaía.

O slow foi, a partir daí, se estendendo a todos os setores da vida moderna. O objetivo é criar uma espécie de “contracultura”, indo de encontro com alguns dos novos valores da nossa sociedade contemporânea, voltando-se à qualidade de vida em geral, à beleza individual, à priorização do bem-estar e do prazer. A saúde, a estética, a juventude e a aparência saudável poderiam ser obtidas a partir de uma beleza conceituada como "minimalista", priorizando a simplicidade,  o consumo consciente e optando por ingredientes e formulações da “natureza”.

Dentro disso, a Cosmetologia tem se reinventado na chamada Slow Beauty, que aplica o conceito à forma como se lida com a beleza, a autoestima e o preço da vaidade e volta a atenção para as etapas de produção que ocorrem antes do produto chegar ao consumidor final, com o consumo consciente. Os testes em animais, a utilização de matéria prima de origem animal e os processos de trabalho escravagistas são filtros que separam os produtos convencionais dos Slow. Essa filosofia preza por cosméticos veganos e dão importância aos processos que vão desde a concepção até a entrega do produto. Estudos indicam que o mercado internacional de produtos naturais para cuidado pessoal segue um crescimento médio anual avaliado em torno de 8 a 25%. Os mesmos estudos apontam que para os mercados de produtos sintéticos, a taxa média de crescimento é inferior, girando em torno de 3 a 10%.

O Slow Beauty busca valorizar produto, produtor e meio ambiente. Através de uma concepção de “beleza minimalista” intenciona reduzir ao máximo o consumo desenfreado de cosméticos e produtos de beleza desnecessários, atentando-se às composições, priorizando naturais e orgânicos e evitar procedimentos “milagrosos” e excessivamente invasivos. A estética é trabalhada de forma mais saudável, resgatando a beleza individual, promovendo a autoestima e a diversidade. Os resultados não são instantâneos como as promessas do estilo “fast beauty”, mas são compensadores para o corpo, o bolso e o meio ambiente.

Prezando a beleza individual, é possível prevenir e tratar a pele de maneira minimalista. Equilibrar-se neste mundo atual, cheio de apelos e novas informações, é fazer um movimento à simplicidade. A intenção não é tratar com paliativos, de forma rápida e superficial. E, sim, cuidar do corpo como um todo, de maneira holística, voltando-se à essência do indivíduo.

Como usar a Cosmetologia Slow Beauty

  • Revitalização integral da pele, através da limpeza de pele facial, cuidados capilar e revitalização corporal
  • Uso de produtos cosméticos derivados de ativos naturais da biodiversidade, específicos para cuidados em casa (homecare)

O conceito estético contemporâneo, que se resume na beleza plástica e padronizada em termos de aparência, mostra sinais, ainda que sutis, de saturação. A própria sociedade, que busca avidamente preencher suas expectativas com o consumo de produtos perecíveis e transitórios, inevitavelmente, revela-se insatisfeita com esse conceito, que se centra, fundamentalmente, nos valores voltados à exterioridade.

Se você se sente ansioso(a) com cada novidade estética que aparece no mercado, se percebe que a busca por uma beleza dita ideal é, na verdade, inatingível, provavelmente você irá se afinar com a beleza minimalista. Volte-se para você e expanda a sua beleza inata!

Para conhecer e ter a experiência da Beleza Minimalista pela  Cosmetologia Slow Beauty,  entre em contato para uma sessão de avaliação e planejamento do seu cuidado integral.



Referências: 
* SCHUBERT, Claudio. A construção do conceito estético Ocidental e sua implicação na formação valorativa e no processo educacional. In: Divisão Temática Interfaces Comunicativas do X Congresso de Ciências. 2009.
* MIGUEL, Laís Mourão. Tendências do uso de produtos naturais nas indústrias de cosméticos da França. Revista Geográfica de América Central, v. 2, p. 1-15, 2011.


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