O Autocuidado Integral

A mudança do cuidado das partes para o Todo.


A busca constante pelo reequilíbrio físico/psíquico/emocional configura uma preocupação significativa hoje em dia, que vem ocupando um lugar central no cotidiano das pessoas, levando-as cada vez mais a procurar e conhecer outras práticas corporais que lhes deem explicações razoáveis ou até mesmo soluções mais agradáveis para o que procuram. 


O desejo de valorizar o corpo como um meio de emancipação psíquico-afetiva num mundo que se tornou bastante individualista e fragmentado, a descrença nas instituições e nos conceitos cartesianos, a competição predatória; o consumismo, a violência, a negligência ética por parte das indústrias e do governo levaram as pessoas a procurar sistemas não-convencionais, inspirados em tradições orientais, espiritualistas, bioquímicas e psicológicas. 


Nossa Medicina convencional ainda costuma ver o corpo como um mero instrumento, algo material e fisiológico. Mas já admite que as patologias dependem da relação psique/energias. O corpo e a mente são influenciados pela genética e fisiologia, mas também por condições emocionais e energéticas. 


Hoje pode-se ver um novo paradigma, do holístico, do sistêmico, da visão ecológica do mundo, da união entre o homem e a natureza, consciência e matéria, interioridade e exterioridade, sujeito e objeto e da percepção de que nada está separado. É a mudança das partes para o todo. Assim, surgem diversas novas formas de cuidados com o corpo, voltadas para o encontro de si mesmx de uma maneira mais integrativa. 


Referências:


SIVIERO, Evanize Kelli; LORENZETTO, Luiz Alberto. Energia: a moeda corrente da cultura corporal alternativa. Motriz. Revista de Educação Física. UNESP, v. 10, n. 3, p. 173-179, 2007.

 

REIS, Marfiza Ramalho. O corpo como expressão de arquétipos. Junguiana, v. 20, 2002. 



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Criação de Aline Bitencourt